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PF indicia governador do DF por preterição de gastos em caso envolvendo laranjas – 02/07/2020 – Quadro

Não contabilizado A Polícia Federalista indiciou o governador Ibaneis Rocha (MDB-DF) por violação eleitoral de preterição na sua prestação de contas em 2018, em esquema de candidatas laranjas. De combinação com relatório da PF, recursos destinados a duas mulheres foram usados para remunerar militância de rua do logo candidato. Elas receberam murado de R$ 1,08 milhão e declararam tais gastos. A investigação concluiu que os prestadores de serviços trabalharam, na verdade, para Ibaneis, que não informou as despesas.

Quem Kadija e Psicóloga Dolores Ferreira, ambas do MDB, declaram R$ 798 milénio com gastos de supostas atividades de rua para suas candidaturas. Segundo a PF, no entanto, “grande segmento” deste numerário foi “para pagamentos de prestadores de serviços de militância de rua que declararam que trabalharam, em sua maioria, para o candidato majoritário Ibaneis Rocha.”

Kadija teve 403 votos e Psicóloga Dolores teve 551.

Origem Os recursos foram enviados pelos diretórios vernáculo e estadual/distrital para as candidatas. Do totalidade, mais de R$ 700 milénio saíram de cofres públicos, do fundo partidário e do fundo eleitoral. O presidente do MDB à idade era Romero Jucá.

Regra O governador foi indiciado com base em dois artigos do Código Eleitoral, 350 e 353, que falam em preterição ou enunciação falsa para fins eleitorais. Segundo a lei, a pena é de reclusão até cinco anos e multa. O caso ainda não foi analisado pela Justiça. Em testemunho à PF, ele negou irregularidades.

A assessoria do governador informou ao Quadro que, nos esclarecimentos feitos aos investigadores, ele afirmou que não era dirigente ou gestor do partido e, portanto, não tinha responsabilidade sobre a nominata de candidatos. Ou por outra, suas contas de campanha foram aprovadas pela Justiça eleitoral.

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