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Número de mortes provocadas pelo surto do novo coronavírus chega a 2012

(Foto: Dale De La Rey/AFP)

O número de mortes provocadas pelo surto do novo coronavírus chega a 2012.

São mais de 75 mil diagnósticos do vírus em todo o mundo. Ontem, a China confirmou a morte do chefe de um dos principais centros médicos de Wuhan, epicentro da epidemia no país. Liu Zhiming, de 51 anos, esteve na linha de frente do combate à doença desde o início. Este é o sétimo profissional de saúde vítima do coronavírus.

Aqui no Brasil, o número de casos suspeitos subiu para cinco. Mesmo sem confirmações da doença em território nacional, o surto já tem impacto na indústria. Funcionários da LG em Taubaté, no interior paulista, terão férias coletivas no mês que vem por causa da suspensão do envio de peças produzidas na China. A Samsung já tinha interrompido por dois dias a linha de produção em Campinas. A Flextronics, que produz celulares da Motorola no Brasil, deu dez dias de férias coletivas para cerca de dois mil e 200 trabalhadores. Já a Apple informou aos acionistas que não serão cumpridas as metas de vendas e faturamento para o segundo trimestre.

Por causa dos temores em relação ao impacto do coronavírus na economia, o dólar subiu ontem 0,64% e voltou a bater 4 reais e 35 centavos. Quem comprou pacotes turísticos para a Ásia tem enfrentado dificuldades para cancelar a viagem sem pagar multas. Para o advogado do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor Igor Marchetti, penalidades não podem ser aplicadas quando a desistência envolve questões de saúde:

http://www.bandnewsfm.com.br/wp-content/uploads/2020/02/CORONA-1902-A-IGOR.mp3

 

Um estudo divulgado nesta terça-feira deu mais detalhes sobre o coronavírus. Mais de 44 mil casos foram analisados por pesquisadores desde o começo da epidemia. Pouco mais de 80% foram considerados leves, com o paciente apresentando rápida melhora.

Quase 14% foram casos graves, e aproximadamente 5% foram pacientes já em estado crítico. No geral, a taxa de mortalidade foi baixa: 2,3%. A análise por faixa etária deixa bem claro quem são os mais vulneráveis: pessoas de 80 anos ou mais, público cuja a mortalidade chega a quase 15%.

Pessoas com doenças cardíacas, diabetes ou hipertensão também apresentam menor imunidade ao coronavírus.



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