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Empresas de gases, sabonete e até dentista passam a vender serviço de desinfecção – 01/08/2020 – Pintura S.A.

Para aproveitar a demanda por desinfecção de ambientes na retomada da economia, empresas que trabalham com engenharia ambiental, produtos de higiene e outras áreas transformaram seus negócios na pandemia.

A Dux, especializada no tratamento de odores de processos industriais, entrou para o ramo da desinfecção em março. Passou a empregar a tecnologia com a qual trabalhava para atender novos segmentos uma vez que supermercados, escolas e restaurantes. Ela calcula ter 300 academias entre os clientes.

No totalidade de clientes ativos da Dux hoje, 45% buscaram o serviço exclusivamente por motivo da Covid-19, segundo o sócio Alan Spaziani. A teoria agora é lançar produtos para consumidores finais.

A engenheira química Fernanda Checchinato, sócia da startup Aya Tech, planejava lançar em março uma risco de itens de higiene para crianças, uma vez que sabonetes que colorem a pele. Com o coronavírus, o projeto foi prorrogado. Por término, a empresa lançou um sabonete anti-séptico em julho.

Segundo Checchinato, um lote piloto de 2.000 produtos, que deveria insistir dois meses, esgotou em uma semana. A empresa fornece para o varejo, mas passou a receber pedido também do consumidor final, conseguindo preservar seu fluxo de caixa na crise.

A dentista Paula Machado abriu uma empresa especializada em desinfecção com radiação ultravioleta, a Meister Safe, em parceria com uma colega de profissão. Ela diz que, além de viabilizar o retorno ao atendimento odontológico, o novo negócio já atende escolas e comércios.

Com Filipe Oliveira e Mariana Grazini

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