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Com público reduzido, Roland Garros tem Nadal sob ameaço de Thiem e Djokovic

A presença de torcedores nas arquibancadas não é polêmica somente no Brasileirão. Na França, Roland Garros terá início neste domingo com público ainda mais reduzido que o esperado, em seguida discussões e até um puxão de ouvido público do primeiro-ministro. Em quadra, os 1.000 torcedores que poderão acessar o multíplice por dia vão ver Rafael Nadal tentar confirmar seu nepotismo, em procura do 13º título, diante da ameaço de Dominic Thiem, o mais novo vencedor de Grand Slam do rotação, e Novak Djokovic.

Afeito a ser o segundo Slam da temporada, disputado geralmente entre o término de maio e o início de junho, Roland Garros começará num incomum término de setembro devido à pandemia. A própria mudança na data já gerou polêmica por ter sido imposta pela organização, sem consulta aos demais grandes torneios. A competição parisiense, portanto, será o terceiro último Grand Slam do ano – Wimbledon foi cancelado.

Os planos iniciais da organização eram recontar com até 20 milénio torcedores in loco diariamente. Geralmente, o torneio recebe pouco mais de 30 milénio por dia. Mas as previsões foram caindo aos poucos, para 11.500 e, depois, para somente 5 milénio. Nos últimos dias, diante do aumento de casos de covid-19 na França, o primeiro-ministro Jean Castex restringiu para 1.000 o público permitido em grandes eventos.

O apelo da organização não deu resultado. “Temos uma espaço equivalente a 15 campos de futebol e tudo ao ar livre. É mais perigoso ir a um supermercado, a um teatro ou ao metrô que vir a Roland Garros com máscara. Colocar 5 milénio pessoas num espaço desimpedido tão grande é totalmente seguro”, argumentou Guy Forget, diretor do torneio, sem sucesso.

Os poucos torcedores que poderão frequentar o multíplice do Grand Slam poderão saber a novidade quadra médio. A reformada Philippe Chatrier, onde Gustavo Kuerten levantou três troféus, agora tem teto retrátil. Roland Garros se tornou, assim, o último dos quatro Slams a recontar com tal recurso.

FAVORITISMO – O teto, que costuma afetar a dinâmica dos jogos, não deve ser o único travanca a ser enfrentado por Rafael Nadal. O espanhol reclamou da novidade globo do torneio, considerada por ele mais pesada e lenta, características que atrapalham seu estilo de jogo. “A globo é muito mais lenta do que anos anteriores. Se acrescentarmos essas condições de insensível e umidade, portanto ela fica superpesada, não?”, comentou.

O número dois do mundo admite que terá mais dificuldade do que nos anos anteriores no saibro de Paris. “As condições cá são provavelmente as mais difíceis que já tive em Roland Garros por vários motivos”, declarou o possuidor de 12 títulos no Grand Slam gaulês, que chegou a completar seis meses sem competir, devido à pandemia e também porque evitou se aventurar no US Open.

Na procura pelo 13º troféu, Nadal vai encarar sua própria falta de ritmo e um motivado Dominic Thiem, agora com status de vencedor de Slam. O austríaco foi o vencedor do US Open, neste mês, em seguida três vices em torneios deste nível. Ele perdeu as duas últimas finais em Paris justamente para o espanhol. E agora virá com crédito renovada. Desta vez, eles poderão se enfrentar na semifinal.

Se for vencedor, Nadal vai entender o recorde de títulos de Slam, que pertence a Roger Federer, possuidor de 20 troféus. O suíço não competirá em Paris. Posteriormente passar por cirurgias neste ano, ele decidiu voltar ao rotação somente em 2021.

Tentando restabelecer o moral em seguida a desclassificação em Novidade York, Djokovic também se apresenta porquê potente candidato ao título. Depois da taboca no US Open, o líder do ranking venceu o Masters 1000 de Roma, no saibro, e mostrou que tem condições de desbancar novamente Nadal, porquê fez em 2015, em uma das duas únicas derrotas do espanhol em Roland Garros. O sérvio acabou faturando o título no ano seguinte. O boche Alexander Zverev e o heleno Stefanos Tsitsipas correm por fora na recontro pelo troféu deste ano.

Na chave feminina, o Grand Slam gaulês também terá baixas de peso, porquê aconteceu no US Open. A número 1 do mundo, a australiana Ashleigh Barty, segue fora e não poderá proteger o título de 2019. Outrossim, a japonesa Naomi Osaka desistiu por problemas físicos, em seguida ser campeã em Novidade York. Assim, despontam na recontro a americana Serena Williams, a bielo-russa Victoria Azarenka, vice-campeã do US Open, e a romena Simona Halep.

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