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Trump omissão com promessas à indústria enquanto economia enfraquece – 27/10/2020 – Mercado

Em uma cerimônia de instauração de uma fábrica da Foxconn em Wisconsin, em 2018, o presidente Donald Trump declarou que a fábrica seria a “oitava maravilha do mundo” —um polo de US$ 10 bilhões (R$ 56 bilhões) que contrataria 13 milénio trabalhadores para fazer televisores de tela plana no interno dos Estados Unidos.

Neste mês, o estado de Wisconsin negou à Foxconn subsídios fiscais porque ela descumpriu seus planos de investimento. A companhia contratou menos de um quarto dos 2.080 trabalhadores que deveria empregar no ano pretérito e investiu somente US$ 300 milhões (R$ 1,6 bilhão), em vez dos esperados US$ 3,3 bilhões (R$ 18,6 bilhões), segundo um relatório da Separação de Orçamento e Finanças do Executivo de Wisconsin.

A fábrica da Foxconn, disse o relatório, parece ser usada basicamente para armazenamento, e é “fora dos padrões para ser considerada uma instalação fabril”. Centros de inovação que a empresa de Taiwan deveria furar em todo o estado continuam vazios.

O fracasso da Foxconn em fabricar o tipo de locomotiva industrial que Trump descreveu demonstra que a promessa do presidente de um renascimento industrial dos Estados Unidos nem sempre resultou nos empregos ou no investimento econômico esperados.

Trump ameaçou empresas uma vez que General Motors, Harley-Davidson e Carrier com impostos pesados e boicotes se elas levassem suas fábricas para o exterior, muitas vezes obtendo promessas de empregos dessas firmas. Mas em muitos casos as promessas foram descumpridas quando Trump mudou sua atenção para outra coisa e as realidades do mercado não puderam ser ignoradas.

No primeiro debate presidencial em setembro, Trump afirmou que recuperou 700 milénio empregos fabris depois que o governo Obama negligenciou o setor. Os empregos aumentaram realmente nos primeiros três anos de seu procuração, mas não no proporção que ele sugeriu: o ofício na manufatura subiu quase 500 milénio vagas, somente. Até agosto, o ofício no setor tinha derribado mais de 200 milénio em confrontação a quando Trump assumiu o missão, com uma vaga de fechamentos de fábricas e a recessão da pandemia.

“O presidente gosta de fazer um show de que está envolvido e está fazendo um tanto”, disse Matthew Jewell, professor de ciência e engenharia na Universidade de Wisconsin-Eau Claire, que esperava que seus alunos encontrassem empregos em um dos centros de inovação da Foxconn próximos, que continuam vazios. “Foi frustrante para nós.”

Essas promessas não realizadas podem ter pouca valia para os apoiadores de Trump, que veem a retórica e a pressão do presidente uma vez que evidência de que ele está lutando duro pelos trabalhadores americanos. A maioria das pesquisas continua mostrando Trump em vantagem sobre Joe Biden, o candidato democrata, no que se refere à gestão da economia.

De certa maneira, os esforços de Trump para revitalizar a indústria manufatureira dos EUA foram minados por suas próprias políticas. Seus cortes de impostos em 2017 estimularam os investimentos e fizeram muitas empresas prometerem novos empregos. Mas suas lutas comerciais com a China, a Europa, o Canadá e o México foram um tropeço para a economia, quando os EUA impuseram tarifas a seus maiores parceiros comerciais, provocando impostos retaliatórios sobre os produtos americanos.

As tarifas de Trump sobre o aço e o alumínio importados e sobre produtos chineses no valor de US$ 360 bilhões (R$ 2 trilhões) pesaram particularmente sobre o setor manufatureiro, que entrou em recessão no ano pretérito. Depois disso, a pandemia do coronavírus perturbou totalmente a economia, apagando o “boom de trabalhadores” que as autoridades do governo Trump vinham promovendo.

No mês pretérito, Trump convidou Steve Burns, o executivo-chefe da Lordstown Motors, para ir à Moradia Branca anunciar a novidade caminhonete elétrica da companhia. A visitante pretendia comemorar o papel de Trump uma vez que salvador de empregos. Em 2019, ele forçou com sucesso a General Motors a vender uma fábrica em Lordstown, no Estado de Ohio, que ela planejava fechar, para a Lordstown Motors, obreiro de carros novata. O projecto pretendia evitar murado de 1.600 demissões.

A Mando de Créditos Fiscais de Ohio disse estar pedindo que a GM pague US$ 28 milhões (R$ 158 milhões) em créditos fiscais e invista US$ 12 milhões (R$ 67,7 milhões) no Vale do Mahoning por sua decisão de fechar a montadora em Lordstown. Ela tinha recebido os créditos fiscais em 2008, sob a exigência de que empregaria 3.700 trabalhadores na cidade durante 20 anos.

Depois da venda, alguns funcionários da General Motors se empregaram em outras fábricas, mas a Lordstown Motors atualmente emprega somente murado de 50 engenheiros. Burns disse que pretende contratar mais 600 trabalhadores no próximo ano e aumentar o número significativamente em 2021.

O senador democrata Sherrod Brown, de Ohio, disse que a novidade empresa é um desenvolvimento bem-vindo, mas criticou Trump por não fazer mais para proteger os trabalhadores na fábrica original da GM, que produzia o Chevrolet Cruze. Muitos funcionários daquela fábrica foram obrigados a procurar ofício em outros estados, e ainda não está simples que tipo de salário eles terão na fábrica da GM quando estiver funcionando. Ele disse que a atenção de Trump já mudou, deixando os trabalhadores a esperar que os empregos se materializem.

“Ele chega com sua empáfia e faz promessas, mas depois os trabalhadores têm de se virar sozinhos”, disse Brown em entrevista.

Os poderes de persuasão de Trump às vezes têm somente um efeito parcial. Em 2016, antes de tomar posse, Trump pressionou a United Technologies, empresa holding da gigante de calefação e refrigeração Carrier, para manter oportunidade uma fábrica em Indianapolis e não mudar os empregos para o México. Com uma combinação de ameaças e incentivos, a companhia concordou em manter a fábrica oportunidade, salvando mais de 700 empregos. No entanto, em 2017 e 2018 a Carrier cortou murado de 500 empregos daquela fábrica, mudando as funções para o México.

Em outros casos, as empresas ignoraram os pedidos de Trump. O presidente criticou a Harley-Davidson dois anos detrás quando ela anunciou que mudaria segmento de sua manufatura para o exterior, para evitar tarifas que a Europa impunha a produtos americanos em retaliação pelas tarifas criadas por Trump sobre o aço e o alumínio. O presidente pediu um boicote da empresa, ameaçou-a com novos impostos e a acusou de “render-se”. Lutando financeiramente, a companhia de motocicletas seguiu em frente com planos de edificar uma fábrica na Tailândia e fechar uma em Kansas City, no Missouri.

Mas no ano pretérito Trump pareceu largar o mau humor. Depois que a Harley-Davidson relatou queda nos lucros por justificação das tarifas europeias, Trump disse no Twitter: “Muito injusto com os EUA. Vamos retribuir”. Nenhuma medida foi tomada.

Durante a corrida presidencial de 2020, Trump não viu as consequências imprevistas de muitas de suas políticas econômicas, em vez disso gabando-se de que criou a economia mais possante da história. Na campanha do presidente, até alguns anúncios desprezam os desafios que ele criou para setores que tentou salvar, uma vez que o do aço.

Trump impôs altas tarifas sobre as importações globais de aço no início de seu procuração, aumentando temporariamente os preços e ajudando os fabricantes americanos. Mas, conforme a demanda global por aço desacelerou em consequência do aumento dos preços, a indústria ficou numa ressaca.

Um pregão em setembro, relatado antes pela Vice News, mostrou uma imagem de Trump usando um cimeira durante uma visitante em 2018 a uma usina da U.S. Steel em Illinois. A mesma usina anunciou planos de isentar murado de 700 trabalhadores neste ano, e a companhia sediada em Pittsburgh disse em maio que reduziria sua força de trabalho em 2.700 cargos, com o aumento dos prejuízos.

O presidente teve qualquer sucesso ao intervir para proteger empregos quando o governo está diretamente envolvido. Em agosto, Trump demitiu membros da diretoria da Mando do Vale do Tennessee, uma corporação de propriedade federalista que fornece eletricidade em todo o sudeste do país, depois que anunciou planos de terceirizar mais de centena empregos tecnológicos para contratadas em outros países. O presidente atacou o chefe-executivo da domínio por ter um salário excessivo e advertiu contra mais demissões antes que a empresa revertesse seu curso.

Peter Navarro, diretor do Escritório de Políticas de Negócio e Manufaturas da Moradia Branca, afirmou que as ameaças de tarifas feitas por Trump tiveram sucesso ao obrigar as companhias a manter empregos no país. Ele também afirmou que as políticas democratas de endurecer a regulamentação sobre a indústria energética e potenciais cortes de gastos militares prejudicariam os trabalhadores que essas indústrias sustentam.

“Em um mundo de Biden, esses empregos estariam perdidos”, disse Navarro em entrevista.

Quanto à Foxconn, Navarro disse que a companhia está ajudando os EUA a competir em um setor que foi submetido pela China, e rejeitou o fracasso da companhia em executar suas metas de investimento em 2019, em vez disso culpando o coronavírus pelo delongado. “O vírus do PCC atrasou tudo”, disse ele, referindo-se ao Partido Comunista Chinês.

A Foxconn disse na semana passada que continua comprometida com Wisconsin, mas não deu detalhes sobre uma vez que irá proceder.

Em uma entrevista a um meio de televisão de Milwaukee na semana passada, Trump insistiu que —se for reeleito— a Foxconn cumprirá suas promessas.

“Eles farão o que eu lhes disser”, disse Trump. “Eles farão o que deve ser feito.”

Tradução de Luiz Roberto Mendes Gonçalves

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