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Fernandas Montenegro e Torres voltam ao set para incidente de Natal de ‘Paixão e Sorte’

Fernanda Montenegro e Fernanda Torres voltarão ao set de “Paixão e Sorte”, série idealizada por Jorge Furtado durante a pandemia. Não só elas, mas também Joaquim Torres Waddingotn, rebento de Torres e de Andrucha Waddington, o diretor, que de novo entra em campo para comandar a cena, e o cabrão que conhecemos no incidente que já exibido com as personagens Gilda e Lúcia, também mãe e filha na ficção.

A informação foi revelada pelo próprio Furtado durante apresentação dele no 15º Obitel,  seminário que envolve onze países e é realizado pelo Observatório Iberoamericano de Ficção Televisiva, do qual participam estudiosos de TV da USP, em parceria com a Orbe.  Com o tema “O Melodrama em Tempos de Streaming”, o evento, dessa vez virtual, termina nesta quinta-feira (19) e reúne uma série de painéis dedicados ao tema.

Furtado lembrou uma vez que foi a proeza de fabricar quatro episódios em dois meses e colocar tudo em pé em ritmo tão veloz, pelas mãos de uma equipe empenhada em inventar tutoriais e engenhocas que auxiliassem os próprios atores a gravar seus episódios (a exceção foi justamente o capítulo com as Fernandas, que contava com diretor profissional em vivenda). E citou: “Eu disse a Patrícia Pedrosa, diretora-geral: ‘nós estamos indo pra Marte, ninguém fez isso ainda [direção e coordenação de toda a gravação remotamente, a distância]. Pode dar muito incorrecto, não sabíamos se ia dar visível, mas foi um esforço tão grande, os técnicos inventaram troços de retrair com cordinha, foi uma loucura. Fomos muito bem-sucedidos, com 20 pontos, e estamos fazendo um quinto incidente, com a Gilda, a Lúcia e o cabrão.”

Na geração do projeto, dois fatores eram essenciais, sublinho o diretor: as histórias teriam de se passar atualmente, com risco zero para os atores, e deveria ter humor. “Dos quatro episódios, em dois a vacina é invenção. Portanto, é aquela ficção que realiza os nossos desejos”, comentou ele. “E era  preciso um tom de humor, de rir um pouco da peste. A gente está numa situação tão difícil, que fazer disso uma folia e rir disso, com happy end, é um conforto”.

O tela foi mediado por Bianca Ramoneda, roteirista e jornalista, o que me fez lembrar a falta que ela faz à GloboNews no comando do Ofício em Cena, programa que o ducto encerrou juntamente com a saída dela. E contou ainda com Lucas Paraízo, que falou sobre outra produção muito muito sucedida na pandemia: os dois episódios especiais de “Sob Pressão: Plantão Covid”, que também levantava um drama atual, deixando para o segundo incidente um sopro de esperança.

“Esses dois episódios do Sob Pressão foram escritos com o Márcio Boche, o Pedro Migheti e o Flávio Araújo, e a gente discutiu muito essa questão do tom”, disse Paraízo. “Quando a gente fala cá da tragédia, eu lembro que na primeira temporada, antes de ter estreado, era uma incerteza muito grande o quanto as pessoas iam gostar de chegar em e vivenda às 10 da noite, depois de uma vida muito sofrida, e observar aquilo, logo, eu tinha muito temor, mas por sorte eu estava incorrecto. As pessoas precisam, querem ver isso, é uma maneira de mondar isso, assim uma vez que o riso, o pranto é um momento de mondar e mourejar com os seus sentimentos. Eu acredito na teoria de que a emoção. Eu acredito na teoria de que a teoria de que a emoção, a catarse, produz transformação.”

No momento em que os nossos protagonistas, os médicos da vida real, passam a ser também pacientes, porque eles estão ali na risca de frente, quando o médico passa a ser a vítima, ele abriu espaço para que a gente pudesse falar do tema dessa perspectiva”, explicou Lucas. “O doutor Evandro transpor dessa era a nossa metáfora para confiar que nós vamos transpor dessa, acredita na saúde, confiar na ciência”, concluiu o roteirista da série.

 

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Manadeira

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