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Apoiadores de Trump marcham em resguardo de alegações falsas sobre a eleição; presidente passa e acena – 14/11/2020 – Mundo

Centenas de apoiadores do presidente Donald Trump se reuniram neste sábado (14), em Washington, para reclamar contra o resultado das eleições presidenciais, mesmo que não haja provas de fraude no pleito. Eles foram surpreendidos quando o próprio Trump passou pela revelação em um sege e acenou para todos.

O republicano se dirigia para seu campo de golfe em Sterling, no estado da Virginia, localidade próxima a Washington. Apoiadores com bandeiras gritavam “EUA!” e “mais quatro anos!” enquanto a carreata do presidente passava.

Próximo a oriente grupo, um outro, de manifestantes contrários, agitava cartazes onde se lia “Nós votamos —vocês estão demitidos”.

Os organizadores pró-Trump deram ao seu protesto vários nomes, incluindo Million MAGA March (marcha MAGA do milhão), March for Trump (marcha para Trump) e Stop the Steal (pare o roubo). MAGA é um acrônimo para o slogan da campanha Trump, “Make America Great Again”. Trump tuitou seu suporte.

Os atos em Washington e outras cidades trazem uma mistura de apoiadores do presidente com personalidades de extrema direita e membros da milícia Oath Keepers e do grupo Proud Boys, em uma mostra pública de suporte a seu esforço para permanecer no poder.

Em uma revelação contrária, oponentes nas redes sociais procuraram gerar confusão, inundando as hashtags #MillionMAGAMarch e #MarchforTrump com fotos de panquecas.

Trump se recusa a reconhecer que perdeu a eleição para o democrata Joe Biden, mesmo com sua roteiro no Escola Eleitoral tendo desenvolvido na sexta (13) e suas manobras legais em vários estados para derrubar os resultados não terem progredido.

Mas, ele afirmou que “o tempo dirá” quem ocupará a Mansão Branca a partir de 20 de janeiro do ano que vem, no que foi o mais próximo que chegou de permitir a perda.

Houve outros protestos pró-Trump desde que Biden foi eleito presidente em 7 de novembro, mas foram pequenos e com poucos incidentes.

Biden solidificou ainda mais sua vitória na sexta, quando os resultados da Edison Research mostraram sua vitória na Geórgia, dando-lhe uma relato final de 306 votos do Escola Eleitoral, muito mais do que os 270 necessários para ser eleito presidente e supra dos 232 de Trump.

Os 306 votos foram iguais à relato de Trump em sua vitória de 2016 sobre Hillary Clinton.

Com o resultado da eleição deste ano se tornando mais simples, Trump discutiu com seus conselheiros possíveis aparições que o manteriam no núcleo das atenções para uma verosímil candidatura de 2024 à Mansão Branca.

Ele está considerando estrear um meio de televisão ou uma empresa de mídia social para competir com aqueles que ele sentiu que o traíram e sufocaram sua capacidade de se orar diretamente com os americanos, de entendimento com vários consultores.

No limitado prazo, Trump deve fazer campanha para os candidatos republicanos na Geórgia antes de duas eleições de segundo vez, em 5 de janeiro, que determinarão qual partido controla o Senado dos EUA.

Trump tem afirmado, sem evidências, de que foi traído por uma fraude eleitoral generalizada. Os funcionários eleitorais estaduais não relataram nenhuma irregularidade séria e as tentativas de Trump de judicializar oriente processo têm falhado.

Um tribunal estadual de Michigan rejeitou na sexta um pedido dos partidários de Trump para bloquear a certificação de votos em Detroit, que foi fortemente em prol de Biden. E os advogados da campanha do republicano desistiram de uma ação no Arizona depois que a relato final dos votos tornou a questão discutível.

Funcionários de segurança das eleições federais não encontraram evidências de que qualquer sistema de votação excluiu, perdeu ou mudou votos, ou foi de alguma forma comprometido, segundo um um expedido divulgado na quinta (12) pela principal escritório de segurança cibernética dos EUA.

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